No ócio da terra,
Agriculturas de vazios daninhos
Nos confins da lonjura
Grão vermelho é cólica, é praga
É a cárie no riso anônimo
De escritórios, impressos, favores.
Armazéns de promessas,
Lavouras de farpas
Suas cercas são fardas.
No cio da terra,
Grão vermelho é gozo, é esperma
Natureza abre as pernas.
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