É pelos sonhos que vamos. Sonhos não envelhecem, e sonhar não é o que resta. Chegado este ano, nenhuma trilha a ser seguida, pois valeu a pena esperar. O que quero tá logo ali, a dois passos daqui. Me transformando em "gigante", parando para olhar, respirar. Seguindo a trajetória torta dos sonhos, a trêmula delícia de minha imaginação sonâmbula que trabalha enquanto durmo, e que desde pequeno me mostra como se voa. Mãos pra baixo, punhos cerrados, joelhos em disparada. Alto e avante. O "Auto do Céu de Lápis de Cor". É isso. 2010, "a trajetória dos sonhos". Rabiscos idos. Idéias vindas.
A trajetória dos sonhos
As lembranças esquecidas da faxina vencida
As imagens rasgadas de um futuro ainda não fabricado
O chão que gira sob os joelhos que nos trazem fé
O medo sem cura de ser amado
As cordas desafinadas de um instrumento de quimeras
O sorriso faceiro do recém curioso
O vôo das cortinas de um palco sem enredo
A espera do "não" em mais uma feérica paixão que se encerra
A queda das cercas de meu caracol imaginário
O odio romântico da busca por um novo mundo
As saudades sentidas por alguém que ainda nem se conhece
O batuque sincero dos bêbados dos velhos tempos
As cores nubladas das roupas de um dia outro alguém
O agrado nas oferendas por mais um obrigado do próprio eu
O último sarro da noite preguiçosa
O perfume do após diversão de horas poucas
As danças ligeiras por entre as vaidades da vida
A identidade roubada por alguém que não se soube amar
As rezas sussurradas na hora do aperto
As flores quase mortas roubadas de jardins do egoísmo
As leituras a longo prazo de livros das mais distantes realidades
O solitário desafio de seguir sozinho
As estrelas contadas em noite de céu vazio
Os amigos de muito tempo neste último minuto
O comentário confuso de interpretação errada
A tragédia da esperança que se cansa
O longo abraço de dois braços de quem se dá e tem carinho
A mágica inocência do simples viver...
...a trajetória dos sonhos!
A trajetória dos sonhos
As lembranças esquecidas da faxina vencida
As imagens rasgadas de um futuro ainda não fabricado
O chão que gira sob os joelhos que nos trazem fé
O medo sem cura de ser amado
As cordas desafinadas de um instrumento de quimeras
O sorriso faceiro do recém curioso
O vôo das cortinas de um palco sem enredo
A espera do "não" em mais uma feérica paixão que se encerra
A queda das cercas de meu caracol imaginário
O odio romântico da busca por um novo mundo
As saudades sentidas por alguém que ainda nem se conhece
O batuque sincero dos bêbados dos velhos tempos
As cores nubladas das roupas de um dia outro alguém
O agrado nas oferendas por mais um obrigado do próprio eu
O último sarro da noite preguiçosa
O perfume do após diversão de horas poucas
As danças ligeiras por entre as vaidades da vida
A identidade roubada por alguém que não se soube amar
As rezas sussurradas na hora do aperto
As flores quase mortas roubadas de jardins do egoísmo
As leituras a longo prazo de livros das mais distantes realidades
O solitário desafio de seguir sozinho
As estrelas contadas em noite de céu vazio
Os amigos de muito tempo neste último minuto
O comentário confuso de interpretação errada
A tragédia da esperança que se cansa
O longo abraço de dois braços de quem se dá e tem carinho
A mágica inocência do simples viver...
...a trajetória dos sonhos!